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O Flying Eagle é um exercício de nível avançado da série Clássica do Cadillac que trabalha os membros superiores associados à extensão do tronco e é executado sem o uso da Caixa do Reformer. No vídeo optamos pelo uso da mesma para fazer uma variação com um menor grau de complexidade, mas que mesmo assim exige uma boa conexão de todo o corpo, literalmente da cabeça aos pés.

Sabemos que para trabalhar em decúbito ventral é preciso ter um Power House forte e uma boa consciência corporal. O pilateiro não pode permitir que haja sobrecarga da lombar permitindo que ela desabe, para isso deve fazer o umbigo fugir do apoio e empurrar o púbis contra ele. As pernas estão ativas, mantendo-se unidas e longas. O topo da cabeça vai para longe. As escápulas permanecem estáveis, com intenção de ir para a bacia. Ah, e ainda temos os movimentos do braço, que desafiam a estabilidade do tronco mas não podem tirá-la.


Não é bem isso que você está pensando, não estamos te traindo, Reformer querido. Você sabe que é o preferido dos preferidos. Foi apenas uma pequena aventura para sair da rotina. Mas precisamos confessar que foi interessante fazer uma visita ao Wall... Já nos encontramos com a Chair também. Não ficamos com dor na consciência, só muscular. Queremos que saiba que em nossos corações há espaço para todos. Ass.: Caixa do Reformer e Instrutoras.



Veja também: Pulling Straps e T-Shape no Reformer

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Estamos acostumados a usar o bastão para fazer exercícios para braços. E você já testou usar nos exercícios para membros inferiores? É interessante como o corpo reage de maneira diferente e muda as ativações e ajustes.

Uma diferença significativa quando usamos o bastão é que os alunos se concentram mais por ser algo que sai do "normal" e também por exigir mais controle para que o acessório não entorte e o pé não escorregue. E exatamente por haver esse perigo, é preciso ter cuidado pois há risco de acontecer acidentes.


Usar bastão em vez de alça de pé gera um estímulo diferente nos exercícios para as pernas. Mas qual é a melhor opção? Responder a esta questão é a mesma coisa que escolher entre apanhar com um cinto ou com um cabo de vassoura.


Veja também:

Bicicleta com uma Alça de Pé no Reformer


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O Backstroke é um clássico do Reformer, vem antes do Teaser e prepara para ele, pois a ideia é a mesma num ambiente menos desafiador porque subimos apenas a parte de cima das costas. A ideia é alongar axialmente as costas, fortalecer o Centro de Força, enquanto braços e pernas crescem para longe.


Sente-se na beirada da caixa e deite mantendo a cabeça sustentada. Junte as mãos acima da testa, cotovelos bem abertos e pernas em V position. Mantenha a tensão nas cordas enquanto estica pernas e braços para o teto, abra-os na largura do Reformer, desça-os e feche-os juntando as duas pernas e levando as mãos às coxas. Sempre mantendo a cabeça no alto. Para finalizar, volte a posição inicial abrindo e dobrando cotovelos e joelhos enquanto pés e mãos de mantem juntos.


Pontos Importantes:


- Em um aparelho clássico o couro é bem comprido e é possível esticar pernas e braços sem mexer o carrinho e sem os braços ficarem muito atrás da cabeça. Muitas vezes nos aparelhos contemporâneos isto não é possível. Tente mover o mínimo o carrinho nesta etapa.

- Ao fechar braços e pernas, chegando a uma posição parecida com a do Hundred com a diferença é que a mão fica em cima da coxa, tente escorregar bem os dedos das mãos na direção dos dedos dos pés como se quisesse alcançá-los. Precisaremos disto para o Teaser. Esta é a hora de dar uma pequena paradinha e aprofundar a contração abdominal.

- Ao voltar a posição inicial não perna a altura do tronco, nem o controle, mantenha as cordas tensionadas.

- Aprenda a coreografia e depois não deixe-a tirar atenção do que realmente importa: Centro, alongamento axial da coluna, oposição de mãos e pés com abdômen, ou seja, enquanto mãos e pés vão para longe o abdômen entra, vai no sentido oposto, fica bem dentro de você.


Quando você se vê nadando e deslizando no seco e ainda feliz, você sabe que Pilates não faz o mundo girar, mas faz o giro valer a pena. Dizem a mesma coisa do amor, o que para nós, pilateiros é a mesma coisa.

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