Agachamento no Reformer

 

 

Os agachamentos fortalecem as coxas, glúteos e trabalham os estabilizadores pélvicos. A variação que propomos hoje no Reformer tem um foco maior nesses dois últimos grupos musculares e ainda alonga os flexores de coxa, sem esquecer de não dar sossego para o Power House, é claro.

 

Posição inicial: em pé de costas para a barra de pés, com um joelho flexionado sobre o estofado (no caso do vídeo, o direito) e pé por fora da borda do carrinho e a outra perna (esquerda) estendida com o pé no chão. O instrutor ajuda o aluno a abrir o carrinho para o mesmo apoiar uma palma da mão na estrutura do aparelho e a outra sobre ela, próximas às hastes do Reformer tomando o cuidado de manter os dedos estendidos para que não haja perigo de serem prensados. Tronco paralelo ao solo.

 

Movimento: o praticante flexiona o joelho esquerdo fechando o carrinho e estendendo a perna direita. O tronco inclina acompanhando o movimento e a pélvis não deve sofrer rotação e nem anteversão. No retorno o aluno puxa o carrinho concentrando a força no Power House e no membro inferior esquerdo, não nos braços.

 

Pontos importantes:

  • Imaginar que o pé que está apoiado no solo quer afundar cada vez mais, desta maneira potencializando a ação na musculatura alvo. As mãos permanecem leves e os ombros, relaxados.

  • Evitar as compensações no tronco, mantendo o alinhamento em Caixa.

  • Quanto melhor estiver o posicionamento pélvico, mais conseguiremos trabalhar a flexibilidade dos flexores de coxa. Se permitirmos a anteversão e a rotação, não alongamos estes músculos com eficiência, além de poder causar lesões na lombar.

  • Manter o joelho esquerdo na linha do pé, isto é, não deixar que o mesmo avance além do antepé quando flexiona.

  • Gestantes só podem praticar o Pilates com o aval do médico. No caso deste exercício, não é indicado para aquelas que já possuem o volume abdominal grande, pois além de limitar o movimento ao agachar, quando o tronco posiciona-se paralelo ao chão a aluna pode não conseguir estabilizar a coluna adequadamente. Sugerimos também que não seja utilizada a carga da mola, ou se a pilateira for bastante experiente e estiver em ótima forma, usar uma leve.

 

Se os alunos lembrarem do instrutor a cada passo que dão depois da aula, podemos ter duas certezas: o exercício foi bem feito e somos muito queridos por eles!

 

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