Fibromialgia

12.10.2014

A Fibromialgia é uma síndrome reumática crônica, ou seja, existe o controle, mas ainda não há cura definitiva. Porém não é uma doença progressiva e nem fatal. Manifesta-se por dor no corpo todo e essa costuma ser a queixa principal dos pacientes que muitas vezes não conseguem definir onde dói. É caracterizada por dores musculares difusas, dor sob pressão em diversos pontos específicos (tender-points, tendões e articulações), fadiga, distúrbios do sono, dores de cabeça, alterações gastrintestinais e depressão. 

 

É uma doença não inflamatória, por isso não gera deformidade física nem sequelas, mas seus sintomas são incômodos a ponto de diminuir o rendimento profissional e prejudicar a qualidade de vida. 

 

A causa é desconhecida, mas acredita-se estar relacionada a fatores emocionais, como o estresse, e hormonais, como o baixo nível de serotonina. Acomete de 2 a 8% da população sendo 90% mulheres entre 30 e 50 anos. Estudos mostram que pessoas com fibromialgia têm um limiar menor para dor e que ela é diferente, pois mesmo que não existam lesões a sensação dolorosa está presente. 

 

Não há nenhum exame que faça o diagnóstico da doença, ele é inteiramente clínico onde o médico mapeia os pontos dolorosos e cruza com o relato de outros sintomas. Todas as queixas devem ser levadas em consideração para se traçar um tratamento adequado, por isso, normalmente além dos medicamentos é recomendada atividade física regular, terapia, acupuntura e massagem. 

 

Os exercícios são um grande aliado na melhora da dor e do humor, mas deve-se tomar cuidado com o excesso de esforço físico, pois é um dos fatores que pode aumentar as dores. Portanto as atividades devem ser de leve a moderadas como yoga, caminhada, hidroginástica e Pilates, onde o instrutor pode planejar a aula de acordo com as necessidades do aluno. 

 

Entender que o tratamento é multidisciplinar, envolvendo mente e corpo é fundamental para o controle e melhora dos sintomas. Faça os ajustes necessários em sua vida, não arraste problemas, resolva-os, diga não sempre que for preciso, saia de férias, almoce com amigos, divirta-se mais, tome seus medicamentos, ache uma atividade física que lhe dê prazer para que possa realizá-la com regularidade. 

 

Cuide-se, sua melhora depende mais de você do que de qualquer outra coisa.

 

                                           Hellen e Monique :)

 

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